sábado, 29 de março de 2014

Conheça a peça Niketche



Niketche tem como personagem principal Rami, mulher casada, honesta e dedicada à família e que se toma conhecimento da traição de seu cônjuge. Para sua surpresa, descobre que não se trata somente de uma amante, mas de várias, começando por Julieta, Luisa, Saly e Mauá. Descobre também os filhos do marido, que totalizam 17. Então, Rami decide ir conhecer cada uma delas.



Rami: "Mulheres, vejo que vocês têm a mesma história que a minha" 



Julieta: "Rami, é teu o que nasce contigo, é teu o homem quando está dentro de ti..."




Rami: "Perder a batalha não é perder a guerra. Amanhã é outro dia!"




Polícia: "Se o seu marido a deixa, a senhora deve ser muito fria e azeda! Homem que é homem tem que procurar em outro lugar o que não há em casa!"














Mãe de Rami: "Segura o homem com as duas mãos Rami! Tens de seguir a risca os desejos e caprichos dos homens!"



Rami: "Minhas irmãs, sejam bem-vindas a minha casa. Vocês também são esposas do Tony, do meu marido!"



Sogra de Rami: "Em vez de andarem em pancadarias, devem elaborar uma escala conjugal, o Tony vai dormir uma semana com cada uma."



Tony: "Mulher só pode por ovos, cacarrejar, comer areia e farelo..."



Rami: " Na história da vida só os homens não envelhecem. Nos as mulheres somos folhas, caiamos para que nasçam outras. Chegou a hora da minha queda, minhas irmãs!




Tony: "Tu és uma mulher de força, uma mulher de principios, podias aceitar tudo menos kutchinga!"




Tony: "Me perdoem minhas esposas, o erro é humano, os homens também erram!"


Rami: "Tony, os teus filhos pretos que fizeste com Julieta, ganharam um padrasto branco..."

sexta-feira, 28 de março de 2014

Conheça as atrizes de Niketche

Trata-se de uma peça feita exclusivamente por mulheres, cinco actrizes da Luarte, que interpretam várias personagens. A opção por um cenário minimalista e pela presença constante em cena das 5 actrizes, reforça a preponderância atribuída ao texto dramatizado e a exigência performativa, prendendo a atenção do espectador ao longo de toda a peça. 



Arlete Bombe


“Comecei a minha vida artística assistindo uma peça feita pelo LUARTE num bar. Em 2001, entrei neste grupo.”


Peças: Extractos de uma loucura emergente, Um inimigo do povo, Mutilados, Loucura, Matei e morri por amor, Joana Moçambique, Politica de estômago, Confições de adolescentes, o Coelho preguiçoso.





Moiasse Sambo

“Com 14 anos de idade comecei num grupo da igreja, há oito anos namoro com a LUARTE e sou assistente administrativa do grupo.”

Peças: Extractos de uma loucura emergente, A república dos mabuzas, A história repete-se, Embrulhados na inocência, Muno Munene, Vida louca e Filha de polígamo, recentemente estagiei em teatro nos Camarões (dentro do programa Network for African Talents Org).





Julieta Lopes

Estudante do 4º ano de Economia. Em 2006 entrei para Associação Luarte, onde agora sou Presidente do Conselho Fiscal.

Peças: Embrulhados na Inocência, Dulcinea e o Cavaleiro dos Andantes, excertos de Joana Moçambique, Extractos de uma loucura emergente.






Alice Chirindja


Estudante do 3º ano de Teatro ECA, a minha primeira aparição no teatro foi na igreja, há 13 anos entrei na LUARTE e comungo dos mesmos ideias. 



Peças: República dos mabuzas, Politica de estômago, Joana Moçambique, Loucura, Extractos de uma loucura emergente, Terra Sonâmbula, Fatias da vida (teatro radiofónico), Identidade.”





Deize Manjate


Estudante do 3º ano de Engenharia Electrónica. As primeiras peças foram: O dilema, O amor me trouxe dor e Ponto 24 no grupo Minthory, e faço também estátuas humanas. 

Peças com Luarte: excertos de Joana Moçambique, Embrulhados na inocência.