Trata-se de uma peça feita
exclusivamente por mulheres, cinco actrizes da Luarte, que interpretam várias
personagens. A opção por um cenário minimalista e pela presença constante em
cena das 5 actrizes, reforça a preponderância atribuída ao texto dramatizado e
a exigência performativa, prendendo a atenção do espectador ao longo de toda a
peça.
Arlete
Bombe
“Comecei a minha vida artística assistindo
uma peça feita pelo LUARTE num bar. Em 2001, entrei neste grupo.”
Peças: Extractos de uma loucura emergente,
Um inimigo do povo, Mutilados, Loucura, Matei e morri por amor, Joana
Moçambique, Politica de estômago, Confições de adolescentes, o Coelho preguiçoso.
Moiasse Sambo
“Com 14 anos de idade comecei num grupo da
igreja, há oito anos namoro com a LUARTE e sou assistente administrativa do
grupo.”
Peças: Extractos de uma loucura emergente,
A república dos mabuzas, A história repete-se, Embrulhados na inocência, Muno
Munene, Vida louca e Filha de polígamo, recentemente estagiei em teatro nos Camarões
(dentro do programa Network for African Talents Org).
Julieta
Lopes
Estudante do 4º
ano de Economia. Em 2006 entrei para Associação Luarte, onde agora sou Presidente
do Conselho Fiscal.
Peças: Embrulhados na Inocência, Dulcinea e o Cavaleiro dos
Andantes, excertos de Joana Moçambique, Extractos de uma loucura emergente.
Alice
Chirindja
Estudante do 3º
ano de Teatro ECA, a minha primeira aparição no teatro foi na igreja, há 13 anos
entrei na LUARTE e comungo dos mesmos ideias.
Peças: República
dos mabuzas, Politica de estômago, Joana Moçambique, Loucura, Extractos de uma
loucura emergente, Terra Sonâmbula, Fatias da vida (teatro radiofónico),
Identidade.”
Deize
Manjate
Estudante do 3º
ano de Engenharia Electrónica. As primeiras peças foram: O dilema, O amor me
trouxe dor e Ponto 24 no grupo Minthory, e faço também estátuas humanas.
Peças
com Luarte: excertos de Joana Moçambique, Embrulhados na inocência.
.jpg)
.jpg)
Sem comentários:
Enviar um comentário